Hangares da antiga base Griffiss, em Rome, Nova York, fotografados em abril de 2013. O local recebeu Woodstock 1999; a imagem não mostra o festival. Foto: Ktr101 / Wikimedia Commons. CC BY-SA 3.0. Imagem convertida para WebP.
Woodstock 1999 terminou com incêndios, saques e evacuação em Rome, no estado de Nova York. Os relatos publicados logo depois registram problemas de segurança, preços e decisões da organização durante a última noite.
Os problemas antes do encerramento
Daniel Rubin, do Philadelphia Inquirer, descreveu tensão e dificuldades de segurança em reportagem preservada no arquivo do festival. Citou água a US$ 4 e pizza individual a US$ 12, valores observados naquela cobertura.
O texto relata destruição de estruturas durante o show do Limp Bizkit, no sábado. Esse registro não atribui à banda responsabilidade criminal por todos os atos da plateia.
Os incêndios de domingo
Durante o encerramento com o Red Hot Chili Peppers, os focos de fogo aumentaram. Rubin registrou que John Scher reconheceu limites no preparo da segurança e que, inicialmente, a organização manteve a programação por considerar o fogo controlável.
A Folha de 27 de julho de 1999 noticiou os incêndios, os saques e a saída do público.
A retrospectiva
A série Trainwreck: Woodstock ’99 reuniu imagens de arquivo e entrevistas anos depois. Ao assisti-la, vale consultar também os relatos contemporâneos, que registram o que se sabia naquele momento.
Outros episódios em shows estão nos artigos sobre Altamont e Riverport. O panorama de Rock in Rio em disco segue uma história diferente de festival.


