Ozzy Osbourne com Blasko, em 2013; imagem posterior à saída do Black Sabbath. Foto: Harmony Gerber / Wikimedia Commons. CC BY 2.0. Redimensionamento e conversão para WebP.
O Black Sabbath demitiu Ozzy Osbourne em 1979, depois do período de Never Say Die! O grupo seguiu com Ronnie James Dio; Ozzy começou a organizar sua carreira solo. Já em 1980, os dois caminhos tinham discos novos.
O relato da biografia oficial
Na biografia de Tony Iommi, o texto de Hugh Gilmour descreve o desgaste depois da turnê e das tentativas de preparar outro álbum. Viagens constantes, drogas e dificuldades de convivência aparecem nessa narrativa, que também atribui a Ozzy uma perda de interesse no trabalho.
É a explicação apresentada na biografia oficial para a demissão. O texto não sustenta todas as histórias que passaram a circular sobre a conversa final ou sobre quem teria comunicado a decisão ao cantor.
Dio assume o vocal
Iommi recorda o entusiasmo com “Children of the Sea” quando Dio chegou. A formação gravou Heaven and Hell, lançado em 1980. O Sabbath continuava com outra voz e outro repertório.
Enquanto isso, a linha do tempo de Ozzy registra Blizzard of Ozz em 1980 e Diary of a Madman em 1981. A saída não encerrou sua atividade musical: deu início à sequência de álbuns solo.
Para seguir essa fase em disco, veja o guia de Blizzard of Ozz em vinil, com informações para distinguir edições do mesmo título.


