Metallica contra Napster: o processo e o acordo que vieram depois

O Metallica processou o Napster em 13 de abril de 2000 para impedir a circulação de suas gravações sem autorização. O serviço facilitava a troca de arquivos entre usuários, e a banda queria controlar como seu c
Kirk Hammett e Robert Trujillo no show do Metallica na O2 em 2017

Kirk Hammett e Robert Trujillo com o Metallica na O2, em Londres, em 22 de outubro de 2017. A foto é posterior ao processo contra o Napster. Foto: Raph_PH / Wikimedia Commons. CC BY 2.0. Imagem convertida para WebP.

O Metallica processou o Napster em 13 de abril de 2000 para impedir a circulação de suas gravações sem autorização. O serviço facilitava a troca de arquivos entre usuários, e a banda queria controlar como seu catálogo era distribuído.

O pedido da banda

A Pollstar noticiou a ação no dia seguinte. Universidades cujas redes eram usadas para compartilhar arquivos também apareceram na demanda. Lars Ulrich defendeu o direito dos músicos de decidir a forma de distribuição de seu trabalho.

O acordo de 2001

Em julho de 2001, Napster, Metallica e Dr. Dre anunciaram um acordo. A Computerworld registrou o compromisso de bloquear arquivos não autorizados dos artistas. As partes admitiam uma distribuição futura em condições que considerassem aceitáveis.

A Wired informou que os termos financeiros ficaram privados. O anúncio não permite atribuir um valor de indenização ao acordo.

O Napster já estava fora do ar e enfrentava uma ordem judicial ligada a outra disputa, segundo a mesma cobertura. O Metallica não foi o único envolvido nos processos que atingiram a plataforma.

A discussão sobre empresas e acesso à música aparece também em Pearl Jam contra Ticketmaster. Já o caso de Stairway to Heaven tratou de composição; Neil Young e Geffen, dos álbuns entregues à gravadora.